Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz ao ponto de nem conseguir fechar os olhos ...
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram...
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou.
Já tive tanta certeza de mim ... ao ponto de querer sumir ...
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir ...
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam..
Já tive crises de riso quando não podia ...
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse ...
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar ...
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo mais feliz ...
Já tive medo do escuro, hoje no escuro ''me acho ... me agacho ... fico ali'' ...
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não iria mais cair ...
Já chamei pessoas próximas de ''amigo'' e descobri que não eram, algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais pra mim ...
Não me deêm formulas certas, porque eu não espero acertar sempre ...
Não me façam ser o que eu não sou, não me convidem a ser igual, porque eu sinceramente sou diferente....
Não sei amar pela metade ....
Não sei viver de mentiras ....
Não sei voar com os pés no chão ...
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre ....
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Se pudessemos ter consciencia do quanto nossa vida é passageira, talvez pensassemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranquilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas não somos adivinhos.Não sabemos por quanto tempo estaremos enfeitando esse jardim e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos.
Perdemos dias, as vezes anos. Nos calamos quando deveriamos falar, falamos demais quando deveriamos ficar em silencio.
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.
Não damos um beijp carinhoso ''porque não estamos acostumados com isso'' e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós.
Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente.
Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos.
Nos consumimos. Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente.
E se experimentássemos nos comparar com aqueles que possuem menos?
Isso faria uma grande diferença.
E o tempo passa ...
Passamos pela vida, não vivemos.
Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente, acordamos.
E então nos perguntamos: E agora?
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor.
Ainda é tempo de voltar-se para DEUS e agradecer pela vida, que mesmo passageira, ainda está em nós.
Pense!!
Não a perca mais ... VIDA PASSAGEIRA
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranquilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas não somos adivinhos.Não sabemos por quanto tempo estaremos enfeitando esse jardim e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos.
Perdemos dias, as vezes anos. Nos calamos quando deveriamos falar, falamos demais quando deveriamos ficar em silencio.
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.
Não damos um beijp carinhoso ''porque não estamos acostumados com isso'' e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós.
Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente.
Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos.
Nos consumimos. Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente.
E se experimentássemos nos comparar com aqueles que possuem menos?
Isso faria uma grande diferença.
E o tempo passa ...
Passamos pela vida, não vivemos.
Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente, acordamos.
E então nos perguntamos: E agora?
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor.
Ainda é tempo de voltar-se para DEUS e agradecer pela vida, que mesmo passageira, ainda está em nós.
Pense!!
Não a perca mais ... VIDA PASSAGEIRA
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Eu,Guaiacapuro Cautemóc,descendente dos que povoaram a améri
ca há 40 mil anos,vim aqui encontrar os que nos encontrarão há -
apenas 500 anos.O irmão advogado europeu me explica que aqui
toda a divida deve ser paga,ainda que para isso se tenha que ven-
der seres-humanos ou paises inteiros.Pois bem!Eu tambem tenho
dividas a cobrar.Consta nos arquivo das indias ocidentais que en
tre os anos de 1503 e 1660,,Chegaram á europa 185 mil quilos
de ouro e l6 milhôes de quilos de prata vindos de minha terra!...
Teria sido um saque?Não acredito.Seria pensar que os irmãos
cristãos faltaram a seu sétimo mandamento.Genocidio?... Não
Eu jamais pensaria que os europeus,como Caim,matam e negam
o sangue de seu írmão.Espoliação?...Seria o mesmo que dizer que
o capitalismo deslanchou graças á inundação da europa pelos me-
tais preciosos arrancados de minha terra!Vamos considerar que /
esse ouro e essa prata foram o primeiro de muitos emprestimos ami
gaveis que fizemos á europa.Achar que não foi isto seria presumir a
existência de crimes de guerra,o que me daria o direito de exigir a devolução dos metais e a cobrar indeniza
ção poor danos e perdas.Prefiro crer que nós,índios,fizemos um emprestimos á vocês,europeus.Ao comemo
rar o quinto centenário desse empréstimo,nos perguntamos se vocês usaram racional e responsavelmente os-
fundos que lhes adiantamos.Lamentamos dizer que não.Voces dilapidaram esse dinheiro em armadas inven-
civeis,terceiros reichs e outras formas de exterminio mútuo,e acabaram ocupados pelas tropas da OTAN
Voces foram incapazes de acabar com o capital e deixar de depender das matérias primas e da energia ba-
rata que arrancam do terceiro mundo.Esse quadro deploravel corrobora a afirmação de Milton Friedmann
segundo o qual uma economia não pode depender de subsidios.Por isso,meus senhores da europa,eu,Guai
capuru Cautémoc,me sinto obrigado a cobrar o empréstimo que tão generosamente lhes concedemos há -
500 anos.E os juros.È para o seu próprio bem.Não,não vamos cobrar de vocês as taxas de 20 a 30 por -
cento de juros que voces impõem ao terceiro mundo.Queremos apenas a devolução dos metais preciosos
mais 10 por cento sobre 500 anos.Lamento dizer,mas a divida européia para conosco,Índios,pesa mais que
o planeta terra!...E veja que calculamos isso em ouro e prata.Não consideramos o sangue derramado de no
ssos ancestrais!Sei que vocês não têm esse dinheiro,porque não souberam gerar riquezas com nosso gene-
rozo empréstimo.Mas há sempre uma saida:entreguem-nôs a europa inteira,como primeira prestação de sua
divida histórica.
domingo, 1 de agosto de 2010
A visão de cada um
Dois homens,muito enfermos.ocupavam uma mesma enfermária em um grande hospital
Sua única comunicação com o mundo de fora era uma janela.Um deles tinha a sua
cama perto da janela e ,todos os dias,tinha permissao para se sentar em sua cama,por álgumas horas.tudo como parte do tratamento dos pulmões.O outro,cuja
a cama ficava no lado oposto do pequeno cômodo ficava o tempo todo deitado de
barrigabarriga para cima.Todas as tardes,quando o homem cuja a cama ficava perto da janela
janela era colocado sentado,ele passava a descrever para o companheiro de quarto quarto oque hávia lá fora.Falava de grande parque,cheio de grama verde,de árvores
vore frondosas e flores mais alem em canteiros bem cuidados.Descrevia o lago,
onde havia patos e cisnes.Falava das crianças que jogavam migalhas de pão para as aves,e do barco de brinquedo que coloriam as tardes de verão.
Falava dos casais de namorados que passeavam de mãos dadas entre as
árvores,dos jogos de bola muit disputados entre as criançada.Dizia que bem alem da linha das árvores,ele podia ver um pouco da cidade,o contorno
dos altos prédios contra o azul do céu.O homem deitado apenas escutava,escutava.Houve um dia que ouviu,preocupado,o caso de uma criança que
quase caiu no lago,sendo salvo a tempo por sua mãe.Num outro dia uma descrição minuciosa foi a respeito de um lindo vestido das moças que saldavam
a primavera em flôr.O homem deitado quase podia ver oque o outro descrevia
crevia,tantos eram os detalhes e a emoção do companheiro sentado.E aos poucos foi morrendo de inveja.Porque somente o outro ficava perto da janela?
podia ter aquele prazer?Porque ele tambem não podia ter aquela oportunidade?
Enquanto assim pensava,mais se envergonhava e,no entanto,não conseguia evitar que tais pensamentos o atormentassem.Certa noite quando estava ali olhando para o teto,como sempre,percebeu que o outro começou a passar mal,Acor
dou tossindo,parecendo sufocar.Com desespero,o botão de emergencia foi aciona
do.As enfermeiras correram.O médico veio.Nova aparelhagem respiratória foi pro
videnciada,mas tudo em vão.O homem morreu.Pela manhã,seu corpo sem vida foi re
tirado dali.Então,o homem que permanecia sempre deitado,pediu para que o colo
cassem na cama do outro,próximo da janela.Logo que assim foi feito e
a enfermeira saiu do quarto,ele fêz um grande esforço,apoiou se sobre
o cotovelo,na tentativa de se erguer no leito.A dor era intensa mas
ele insistiu.Com muita dificuldade,ele olhou pela janela e viu...ape
nas um enorme,alto e feio muro de pedas nuas.
*************
A vida tem o colorido qua a pessoa lhe dá.A paisagem se torna cinzenta ou plena de luz de acordo com as lentes de que se serve a pessoa para olha
la.Sofrer a enfermidade e se fechar na dor ou enefeitar de vivas co
res o quadro que vive,é opção individual.Há os que sofrem pouco e se
desesperam,aumentando a sua carga de dissabores,com as lentes escuras
e sombrias de que se servem para contemplar tudo e todos.
Há os que sofrem muito e se dizem tranquilos,padecendo serenos.
( visão de cada um,autor desconhecido)
Sua única comunicação com o mundo de fora era uma janela.Um deles tinha a sua
cama perto da janela e ,todos os dias,tinha permissao para se sentar em sua cama,por álgumas horas.tudo como parte do tratamento dos pulmões.O outro,cuja
a cama ficava no lado oposto do pequeno cômodo ficava o tempo todo deitado de
barrigabarriga para cima.Todas as tardes,quando o homem cuja a cama ficava perto da janela
janela era colocado sentado,ele passava a descrever para o companheiro de quarto quarto oque hávia lá fora.Falava de grande parque,cheio de grama verde,de árvores
vore frondosas e flores mais alem em canteiros bem cuidados.Descrevia o lago,
onde havia patos e cisnes.Falava das crianças que jogavam migalhas de pão para as aves,e do barco de brinquedo que coloriam as tardes de verão.
Falava dos casais de namorados que passeavam de mãos dadas entre as
árvores,dos jogos de bola muit disputados entre as criançada.Dizia que bem alem da linha das árvores,ele podia ver um pouco da cidade,o contorno
dos altos prédios contra o azul do céu.O homem deitado apenas escutava,escutava.Houve um dia que ouviu,preocupado,o caso de uma criança que
quase caiu no lago,sendo salvo a tempo por sua mãe.Num outro dia uma descrição minuciosa foi a respeito de um lindo vestido das moças que saldavam
a primavera em flôr.O homem deitado quase podia ver oque o outro descrevia
crevia,tantos eram os detalhes e a emoção do companheiro sentado.E aos poucos foi morrendo de inveja.Porque somente o outro ficava perto da janela?
podia ter aquele prazer?Porque ele tambem não podia ter aquela oportunidade?
Enquanto assim pensava,mais se envergonhava e,no entanto,não conseguia evitar que tais pensamentos o atormentassem.Certa noite quando estava ali olhando para o teto,como sempre,percebeu que o outro começou a passar mal,Acor
dou tossindo,parecendo sufocar.Com desespero,o botão de emergencia foi aciona
do.As enfermeiras correram.O médico veio.Nova aparelhagem respiratória foi pro
videnciada,mas tudo em vão.O homem morreu.Pela manhã,seu corpo sem vida foi re
tirado dali.Então,o homem que permanecia sempre deitado,pediu para que o colo
cassem na cama do outro,próximo da janela.Logo que assim foi feito e
a enfermeira saiu do quarto,ele fêz um grande esforço,apoiou se sobre
o cotovelo,na tentativa de se erguer no leito.A dor era intensa mas
ele insistiu.Com muita dificuldade,ele olhou pela janela e viu...ape
nas um enorme,alto e feio muro de pedas nuas.
*************
A vida tem o colorido qua a pessoa lhe dá.A paisagem se torna cinzenta ou plena de luz de acordo com as lentes de que se serve a pessoa para olha
la.Sofrer a enfermidade e se fechar na dor ou enefeitar de vivas co
res o quadro que vive,é opção individual.Há os que sofrem pouco e se
desesperam,aumentando a sua carga de dissabores,com as lentes escuras
e sombrias de que se servem para contemplar tudo e todos.
Há os que sofrem muito e se dizem tranquilos,padecendo serenos.
( visão de cada um,autor desconhecido)
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