sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Observe o pai dormindo,como é feio.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

cicatrizes da vida.


Uma mulher de aparência não bonita com os olhos fundos,marcado pela dor,as coisas do mundo.Na sua naturalidade é estupida ignorante,mas traz dentro de si uma beleza bonita e um sentimento tão sublime,que na força do seu falar,as emoçoes captadas colocarão-me pensativo.No teu eu uma carência visita-a é a sombra da vida mostra-lhe um vázio e um amor louco por um homem que com ela vive.Mulher de mãos abençoada,pois sem condições provem um alimento e o fáz com o maior carinho,que a suculenta refeição ganha força e alimenta.Sobrevivi aos seus clamores e aos seus assuntos e satisfiz ao seu diálogo,ora lacônico e hora forte no seu aspecto.Foi um momento muito bom e uma questão muito boa.Amei este momento pois ví a minha condição satifazer um álguem que só queria me conhecer e dialogar...solidão do mundo.

Carta do chefe Seathl


Menu Geral ---------------------------------- Principal Escotismo Ramos Cancioneiro Adestramento Atividades&Fotos Links Livro de Visitas Cadastre-se Fale Conosco
Escotismo ---------------------------------- B-P e o Escotismo Lei e Promessa Escotismo no Brasil História do G.E.G. História Lobismo História Seniorismo Insígnia da Madeira Caio Vianna Escotismo do Ar Escotismo do Mar Escotismo para Todos História do Guidismo História de S.Bernardo O Cumprimento Fogo de Conselho Sobre o Bambu Carta do Ch. Seathl Distintivos
Carta do Chefe Seathl
Carta que o cacique Seathl enviou ao presidente dos Estados Unidos, Franklin Piece, em 1855 quando o governo daquele país propôs a compra das terras indígenas.
"O grande chefe de Washington mandou dizer que quer comprar a nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também da sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade. Nós vamos pensar na sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará a nossa terra. O grande chefe de Washington pode acreditar no que o chefe Seathl diz com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na mudança das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas, elas não empalidecem.Como pode-se comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia é estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do brilho da água. Como pode então comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre as coisas do nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para o meu povo. Cada folha reluzente, todas as praias de areia, cada véu de neblina nas florestas escuras, cada clareira e todos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na crença do meu povo.Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um torrão de terra é igual ao outro. Porque ele é um estranho, que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra não é sua irmã, nem sua amiga, e depois de exaurí-la ele vai embora. Deixa para trás o túmulo de seu pai sem remorsos. Rouba a terra de seus filhos, nada respeita. Esquece os antepassados e os direitos dos filhos. Sua ganância empobrece a terra e deixa atrás de si os desertos. Suas cidades são um tormento para os olhos do homem vermelho, mas talvez seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que nada compreende.Não se pode encontrar paz nas cidades do homem branco. Nem lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o zunir das asas dos insetos. Talvez por ser um selvagem que nada entende, o barulho das cidades é terrível para os meus ouvidos. E que espécie de vida é aquela em que o homem não pode ouvir a voz do corvo noturno ou a conversa dos sapos no brejo à noite? Um índio prefere o suave sussurro do vento sobre o espelho d'água e o próprio cheiro do vento, purificado pela chuva do meio-dia e com aroma de pinho. O ar é precioso para o homem vermelho, porque todos os seres vivos respiram o mesmo ar, animais, árvores, homens. Não parece que o homem branco se importe com o ar que respira. Como um moribundo, ele é insensível ao mau cheiro.Se eu me decidir a aceitar, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo que possa ser de outra forma. Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias abondonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso que um bisão, que nós, peles vermelhas matamos apenas para sustentar a nossa própria vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem os homens morreriam de solidão espiritual, porque tudo quanto acontece aos animais pode também afetar os homens. Tudo quanto fere a terra, fere também os filhos da terra.Os nossos filhos viram os pais humilhados na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio e envenenam seu corpo com alimentos adocicados e bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos os nossos últimos dias. Eles não são muitos. Mais algumas horas ou até mesmo alguns invernos e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nestas terras ou que tem vagueado em pequenos bandos pelos bosques, sobrará para chorar, sobre os túmulos, um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso.De uma coisa sabemos, que o homem branco talvez venha a um dia descobrir: o nosso Deus é o mesmo Deus. Julga, talvez, que pode ser dono Dele da mesma maneira como deseja possuir a nossa terra. Mas não pode. Ele é Deus de todos. E quer bem da mesma maneira ao homem vermelho como ao branco. A terra é amada por Ele. Causar dano à terra é demonstrar desprezo pelo Criador. O homem branco também vai desaparecer, talvez mais depressa do que as outras raças. Continua sujando a sua própria cama e há de morrer, uma noite, sufocado nos seus próprios dejetos. Depois de abatido o último bisão e domados todos os cavalos selvagens, quando as matas misteriosas federem à gente, quando as colinas escarpadas se encherem de fios que falam, onde ficarão então os sertões? Terão acabado. E as águias? Terão ido embora. Restará dar adeus à andorinha da torre e à caça; o fim da vida e o começo pela luta pela sobrevivência.Talvez compreendêssemos com que sonha o homem branco se soubéssemos quais as esperanças transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, quais visões do futuro oferecem para que possam ser formados os desejos do dia de amanhã. Mas nós somos selvagens. Os sonhos do homem branco são ocultos para nós. E por serem ocultos temos que escolher o nosso próprio caminho. Se consentirmos na venda é para garantir as reservas que nos prometeste. Lá talvez possamos viver os nossos últimos dias como desejamos. Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe. Se te vendermos a nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueça como era a terra quando dela tomou posse. E com toda a sua força, o seu poder, e todo o seu coração, conserva-a para os seus filhos, e ama-a como Deus nos ama a todos. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por Ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum."
geovisit();

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Sabe Aline: 14/11/90


Eu queria poder sonhar como voce sonha agora!queria poder pedir um brinquedo tão docilmente,como se a vida fosse um eterno brincar!Eu queria tambem colo e ser acariciado,todos os domingos poder passear;ver uma pipa e te-lo.Queria poder andar descalço,chupar sorvete.Queria poder botar um vestidinho novo ou um sapatinho e exibi-lo e com o maior orgulho poder dizer:Foi minha mãe quem o copmprou!Queria poder chorar de sair lágrima e rir o meu riso,como quem não pensa em nada.Eu queria não ver as pessoas como as vejo agora,queria que o meu bom dia!Fosse dado do fundo do meu coração.E não queria maldizer a ninguem!Queria poder sentir-me mais feliz!Sentir a vida e a cada paço dado,morrer de felicidade(...)Houve um tempo que eu sentia-me assim,acreditei ser invulneravel,apesar do sistema,das consequencia,das passagens e das coisas que hávia passado.O meu espirito era mais elegre,eu nadava em um mundo em que não receava a nada,nada eu temia!E foi um tempo bom,euera feliz,não sabia(...) Hoje Aline,encontro mr preso dentro de mim,tantas coisas estranhas me ocorrerão,que não sei como pegar o fio da meada e a recomeçar a andar...Estou como um aleijado a precisar de muleta.E o meu mártirio é que não tenho um amigo,um álguem a ouvir-me aos meus lamentos,que possa carregar me ao colo,que tente entender-me! O meu espirito a cada respiração chora e clama,por ver-me assim tão desolado,tão sem vázio,querendo por um basta em tudo!abstinar-se das ocorrência do mundo e tornar-se inerte,pos mortem,in memorian.Tenho fugido de voce pedaço de mim,doe me vê-la no futuro...(...)Bem sei que dentro de ti,inúmeras interrogações psicologicas vem a interrogar?As vezes me olhas carente,querendo algo paterno,eu sei!Posso olhar lá no seu interior eu percebo isso.Perdoa-me,mas muita das vezes,não posso dar-te a isso,pois como voce eu tambem saio a procurar álguem que eu possa entreter-me.O teu sono é lindo,queria dormir assim,espero que no âmago de sua vida,voce não conheça o desamor,não conheça a ingratidão,para que voce possa sentir-se humana,e ganhar a lúz e sentir como é bom sentir-se gente,valorizar-se e a tudo ao seu encalço.Porque de modos contrários,não encontraras quem possa ouvir-te,pois és única minha filha,e este é o mau que causei-te.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

O ÙLTIMO DISCURSO.


Sinto muito,mas não pretendo ser um imperador.Não é esse o meu oficio.Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja.Gostaria de ajudar-Se possivel-judeus o gentio...negros...brancos.Todos nós desejamos ajudar uns aos outros.Os seres humanos são assim.Desejamos viver para a felicidade do proximo-não para o seu infortúrnio.Porque havemos de odiar e desprezar uns aos outros?Neste mundo há espaço para todos.A terra que é boa e rica,pode prover a todas as nossas necessidades.O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza,pórém nos estraviamos.A cobiça envenenou a alma dos homens...levantou no mundo as muralhas do ódio...e tem nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticinios.Criamos a época da velocidade,mas nos sentimos enclausurados dentro dela.A máquina que produz abundância,tem nos deixados em penúria.Nossos conhecimentos fizeram no céticos;nossa inteligência,emperdenidos e cruéis.Pensamos em demasia e sentimos bem pouco,mais doque de máquinas,precisamos de humanidade,mas doque inteligência,precisamos de afeição e doçura.Sem essas virtudes,a vida será de violência e tudo será perdido.A aviação e o rádio aproximaram-nos muito mais.A própria natureza dessas coisas é um apelo elouquênte à bondade do homem...um apelo à fraternidade universal...à ùnião de todos nós.Neste mesmo instante a minha vôz chega a milhoes de pessoas pelo o mundo afora...milhoes de desesperados,homens,mulheres,criancinhas...vitimas de um sistema que torturas seres humanos e encarcera inocentes.Aos que podem me ouvir eu digo:"Não desespereis!"A desgraça que tem caido sobre nós não é mais que o produto da cobiça em agonia...da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano.Os homens que odeiam desaparecerão,os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo.E assim,enquanto morrem homens,a liberdade nunca perecerá.Soldados!Não vôs entregueis a esses brutais...que voz desprezam...que voz escravizam...que arregimentam as vossas vidas...que ditam os vossos atos,as vossas ideias e os vossos sentimentos!Que vos submetem a marchar no mesmo passo,que vos submetem a uam alimentação regrada,que vos tratam como um gado humano e que vos utilizam como carne para canhão!Não sois máquina!Homens é que sois!E com o amor da humanidade em vossas almas!Não odieis!Só odeiam os que não fazem amar...os que não fazem amar e os inumanos!Soldados não batalheis pela escravidão!lutai pela liberdade!No décimo sétimo capitulo de São Lucas é escrito que o Reino de Deus está dentro do homem-não de um homem ou um grupo de homens,mas dos homens todos!Está em vós!Vós,o povo tendes o poder-o poder de criar máquinas.O poder de criar felicidade!Vós o povo tendes o poder de tornar esta vida livre e bela...de fazê-la uma aventura maravilhosa.Portanto-em nome da democracia-usemos desse poder,unamo-nos todos nós.Lutemos por um mundo novo...um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho,que dê futuro á mocidade e segurânça á velhice.É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder.Mas só mistificam!Não cumprem oque prometem.Jamais o cumprirão!Os ditadores liberam-se porém escravizam o povo.Lutemos agora para libertar o mundo,abater as fronteiras nacionais,dar fim á ganância,ao ódio e a prepotência.Lutemos por um mundo de razão,um mundo em que a ciência e o progresso conduzam á ventura de todos nós.Soldados,em nome da democracia,unamo-nos!Hannah,estás me ouvindo?Onde te encontres,levanta os olhos!Vês,Hannah?O sol vai rompendo as núvens que se dispersam!Estamos saindo da treva para a lúz.Vamos entrando para um mundo novo-um mundo melhor,em que os homens estarão acima da cobiça,do ódio e da brutalidade.Ergue os olhos,Hannah! A alma dos homens ganhou asas e afinal começa a voar.Voa para o arco-iris,para a lúz da esperânça.Erga os olhos Hannah!Ergue os olhos!
CHARLES CHAPLIN

A magia que matou o amor


Na floresta de concreto e aço a técnologia é um agravante condensador. O saudosismo esta no homem de meio século,o frio é o rotineiro as pessoas tornam-se solitárias e solidariedade só acontece na desgraça.Ontem um homem humildamente pedia dinheiro para a passagem do metrô.
Estou na contra-mão e a observar oque a floresta de concreto e aço esnoba, o egoismo.Este homem de perna enferma,trajava bem e dizia:Por-favor paga prá mim uma passagem do metrô.
As pessoas não queriam atender a tal pedido,na floresta de concreto e aço o ser-humano é uma máquina de destruir si mesmo.O coração na floresta de concreto e aço não bate,ele corre em busca do poder.A ascenção humana usa a mágia que matou o amor.E o egoismo pai do pior vicio torna-se cada vêz maior,ele pulsa,pulsa descontroladamente.Saquei do pouco dinheiro que tinha e o congratulei.Estampou-se um sorriso no semblante que não se descreve,observando o homem a colocar o bilhete,que lhe dava direito ao metrô,ouvi um susurrar se esvaino baixo,muito obrigado,muito obrigado,muito obrigado.
Na floresta de concreto e aço a mágia mata truculentamente o amor e a simplicidade se esforça para poder crescer e proliferar.A floresta de concreto e aço insiste em prevalecer,lamentavél.

Bilo na Taberna dos Cunhas.


No interior da bar está a mesa e a caixa de som,e o seu violão.Estou embriagado e chateado com as agrurias do mundo,no bar jogam baralho,mas todos percebem o seu violão,no transcorrer da noite voce me surge,rouco e no entanto o bar já esta cheio. e percebe,que eles querem prá o relacho da alma e prá o contentamento do espirito ouvir música.
Voce pega o microfone e vai no sentido brusco contagiando a alma e ensoberbece de sutilesas as agrurias,vem o sentido torpe e a emoção dilui,o ser -humano vai se despreendendo,quando não o publico já esta na palma da mão,casais entrecortam beijos e cervejas,para a sua vôz rouca voce é a atenção,o clima melhor possivel,e viajo nos teus versos simples e no emaranhados dos acordes que seus dedos buscam com tamanha perfeição.
No momento o verso se confunde com o meu tempo escaço,a hora é o meu maior inimigo,não tenho tempo prá ouvir o teu cantar,que tanto me faz bem e revigora á minha alma,sou seu fã seja feliz.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Zoo

Um passeio ao Zoo e a felicidade estampada no rosto maroto dos meus muleque loucos,que com

gosto,passearam no afronto,de querer voltar.

Pois foi com choro o alvoroço no onibus,foi demais.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

REFLEXÃO


Nessas horas de incertezas e lágrimas

quando tudo de melhor te pareça perdido

quando as vagas do sofrimento te houverem

sacudido o barco da existência

atravez das tempestades de angustias.


Quando a incompreênsão te marginalise em turbulação dificil

de suportar não te entregue ao desanimo

nem te refugies no desespero...


Em qualquer circunsância,nas quais te veja de coração sózinho

ou empobrecido de forças,comtempla a imensidão do céu.

Erga a fronte enxuga o pranto e caminha para adiante

conservando o bom ânimo e a esperânça

porque ainda mesmo quando suponhas haver perdido tudo

oque possuias de valioso aqui na terra


Trazes contigo o tesouro máximo da vida

que nenhuma ocorrência do mundo te pode arrancar.

porque tens a DEUS.

O céu pode esperar!

O céu pode esperar,para o pranto em forma de
sorriso.Devastando caudaloso o desejo de bem -
construir.Pode esperar pela dor,de cada passo da
do na relutância de conquistar.Pode esperar para
o belo e deixar anuir,sem sofisma no cotidiano do
sucessivo em nome da maviosidade.O céu pode -
esperar pelas barreiras incontidas e deixar fazer
nascer cada vêz mais o amor.
O céu pode esperar por mim pequenino homem,que tem como o ideal a incrivel vontade -
de lutar para construir.
E quando tudo isto se fizer findo ai sim.
O céu não poderá esperar mais,pois é o término de minha caminhada.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Carta a Aline









Todo o momento tem o seu encerramento.Como vê existe

o momento em que nôs perdemos,no conto da caróchinha e sorrimos para qualquer ato de

picadeiro e a vida parece perder-se em um etérno brincar.

Por força da vaidade e do mau necessário e través de pou-


cos estudos e com pouca experiência,nôs atiramos ao trabalho com a caracteristica de moçoi

e tentamos a ganhar a liberdade e arriscamos a um flerte por causa da polução e da precoce -

menstruaçao.Passamos a ser desejados e queremos conquistar nossos espaços na cociedade e

por-que não? Já se vê o peito avantajado e uma vôz um pouco diferente o

pai passou a ser o coroa e a mãe a véia que por hora só serve para pentelhar! A vida segue no

seu principio natural e os grilos da vida nôs acontecem hediondamente.Na fisionomia do pai -

não está o amigo,pois o mesmo e carrancudo e quer dar o exemplo.Na mãe a segunda opção -

ou o coração pequenino que mantem o segredo (é ela quem segura a barra.Ou a que demonstra o grau da falta acometida.Cheio de acnase ou espinha nôs destacamos,uma carteira de habilitação e o principiode úrna para eleição.São cousas todas que sempre há um álguem a

nôs corrigir e é bom.No entanto chega o momento crucial o momento em que atingimos o cume e a sociedade nôs obriga a caminhar sózinhos e sózinhos e ainda imaturos,temos que nôs

responsabilizar-mos por nós mesmos. É uma linda idade n~so négo,onde voce é emancipada, -

mas é justamente neste momento em que voce a qualquer momento tem que pegar o pano de bunda e se atirar para o mundo.Por-que apartir dai voce passa a ser menos filho,menos ir

mão,voce passa a ser menas gente.Porque não se tem uma boa cabeça.Então alertai-vos e -

pense duas vezes e se possivel até mais.Porque os vinte e huns anos de idade é o ingresso que

a jurisdição dar-lhe,no direito de mostrar-lhe que voce agora tem que se virar sózinho.



E eu sei o mau disto.