quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Estamos acostumados a viver em um mundo em que as
pessoas agem na expectativa de reciprocidade.A ação
tráz uma reação.Infelizmente,não se encontra sabor em
relações desinteressadas.A resposta amizade vive de expectativas.Oque o outro pode me proporcionar?
Que ganho haverei de ter ao ir a tal evento?
Quem é o fulano?
O que ele faz?
È o filho de quem?
Tempos em que os adornos valem mais doque o essen
cial.Tristes tempos.As amizades interesseiras tem o seu
prazo de validade.As relações são inconsistentes.

È comum,em um circulos de amigos,cada qual falar de si mesmo como um hobby.Uma geração narcisista. O
pronome mais utilizado é o dá primeira pessoa:Eu.Tristes tempos,repito.Tempos de escasses de atitudes de mi
sericordia,descartar uma pessoa é mais facil do que se desfazer de um objeto de estimação.Falta estima pelo
o ser humano:Vivemos em uma sociedade em que o consumo coesifica a pessoa.Quanto mais se tem,mais se
deseja e,quando não se tem,o desejo tambem faz questão de ficar.Falta um sonho de vida e sonham angustias
pelas ausências desse sonho.


GABRIEL CHALITA

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