terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Bilo na Taberna dos Cunhas.


No interior da bar está a mesa e a caixa de som,e o seu violão.Estou embriagado e chateado com as agrurias do mundo,no bar jogam baralho,mas todos percebem o seu violão,no transcorrer da noite voce me surge,rouco e no entanto o bar já esta cheio. e percebe,que eles querem prá o relacho da alma e prá o contentamento do espirito ouvir música.
Voce pega o microfone e vai no sentido brusco contagiando a alma e ensoberbece de sutilesas as agrurias,vem o sentido torpe e a emoção dilui,o ser -humano vai se despreendendo,quando não o publico já esta na palma da mão,casais entrecortam beijos e cervejas,para a sua vôz rouca voce é a atenção,o clima melhor possivel,e viajo nos teus versos simples e no emaranhados dos acordes que seus dedos buscam com tamanha perfeição.
No momento o verso se confunde com o meu tempo escaço,a hora é o meu maior inimigo,não tenho tempo prá ouvir o teu cantar,que tanto me faz bem e revigora á minha alma,sou seu fã seja feliz.

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