terça-feira, 13 de janeiro de 2009

A magia que matou o amor


Na floresta de concreto e aço a técnologia é um agravante condensador. O saudosismo esta no homem de meio século,o frio é o rotineiro as pessoas tornam-se solitárias e solidariedade só acontece na desgraça.Ontem um homem humildamente pedia dinheiro para a passagem do metrô.
Estou na contra-mão e a observar oque a floresta de concreto e aço esnoba, o egoismo.Este homem de perna enferma,trajava bem e dizia:Por-favor paga prá mim uma passagem do metrô.
As pessoas não queriam atender a tal pedido,na floresta de concreto e aço o ser-humano é uma máquina de destruir si mesmo.O coração na floresta de concreto e aço não bate,ele corre em busca do poder.A ascenção humana usa a mágia que matou o amor.E o egoismo pai do pior vicio torna-se cada vêz maior,ele pulsa,pulsa descontroladamente.Saquei do pouco dinheiro que tinha e o congratulei.Estampou-se um sorriso no semblante que não se descreve,observando o homem a colocar o bilhete,que lhe dava direito ao metrô,ouvi um susurrar se esvaino baixo,muito obrigado,muito obrigado,muito obrigado.
Na floresta de concreto e aço a mágia mata truculentamente o amor e a simplicidade se esforça para poder crescer e proliferar.A floresta de concreto e aço insiste em prevalecer,lamentavél.

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